Em que momento nos perdemos?

Seguimos em frente fingindo que nunca existiu o que não deixamos acontecer. Agora nos assombramos com a densa névoa que nos envolveu. Nos afastamos sabendo que jamais manteríamos a distância e que a aproximação seria inevitável, instável e cheia de dúvidas. E frágil! Quando foi que passamos a temer um ao outro e a desafiar nossa conexão?

Houve um período de conhecimento e esperança, cortado por meios diálogos e conversas monólogas. Mágoas inexplicadas minaram nosso caminho cheio de espinhos e agora temos que pensar com cautela neste terreno perigoso, pois os desvios não permitem nosso reencontro.

E eu vago, vendada, sem coragem para escolher um rumo, aguardando que seus ventos decidam se me guiarão ou não.

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