Pela janela respiro

o gélido ar noturno, enquanto

ainda é permitido

 

Somos máquinas vivas em

constante frenesi

Cadáveres que vivem o que

os vivos esqueceram

 

As flores exalam a

lama fétida dos pântanos

Suicídio é questão de perspectiva

 

E é a mesma carne podre,

após servir aos vermes,

que nos sacia a cada dia

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s